5.8.14

As palavras ficaram ecoando e as pedras desmoronando, embora eu insista em recarregálas ao seu lugar, lá naquele penhasco, nebuloso e solitário, onde o vazio impera, onde há apenas os sons das palavras que eu quero esquecer, mas guardo na memória, para me mutilar ou, quem sabe, me salvar no futuro.

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