16.8.13

É chegado um tempo de maior sinceridade, comigo mesma, principalmente, e com os outros, involuntariamente. Eu bem sei sobre o que não quero mais escrever, e pena que já começo assim, quando deveria sequer pensar, mas aqui começo assumindo a minha fragilidade. Até mesmo sobre escrever, não sei se quero mais, então, escrevo apenas por que senti, hoje, que era o momento. Meu cérebro (e incluo aqui o meu coração, tudo como uma coisa só) está hibernando há algum tempo, com alguns entremeios de emoções extremas, que tomei a decisão de carregar em segredo até o túmulo. A morte andou me rondando e descobri a parte mais difícil do amor. Pela primeira vez na minha vida estou totalmente com os pés no chão, precisando ser forte, tentando caminhar na linha, e me penitencio sempre que escorrego, por que os objetivos que eu tracei, por mais tolos que sejam, é que me mantém viva. As outras coisas, que parecem ser importantes aos olhos dos outros, não são importantes para mim, e cada vez mais eu percebo que sou diferente e que meu caminho é para ser diferente também.

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