18.3.11

quando durmo, caio na cama derrotada pelo cansaço de mais uma queda de braço com o dia, mais uma vez não consegui equilibrar, apesar dos malabarismos, mais uma vez apenas sobrevivi, não tão ilesa quanto gostaria. volto sempre lanhada da selva que são as pessoas, não o mundo, o mundo pode ser paz quando há silêncio. quando acordo pela manhã, com o corpo ainda pesado do desgaste, não tão descansada quanto deveria, confronto minha face no espelho e me desafio para mais uma batalha. sou guerreira de coração cortado, porém honesto.

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