8.11.09

De novo esta chuva por dentro, água rolando nos meus espaços vazios. Trovão sem som, silêncios cheios de idéias. Por mais que tudo seja esclarecido, presente, passado e futuro. Por mais que eu negue, mesmo sabendo que o que preciso esconder é o que me governa. Por mais que eu guarde, comprima, cale, o que no fundo minha boca queria revelar. Falso enigma que ainda não existe porque não foi falado.

Que fosse um dia só ou só uma noite para falar tudo o que precisa ser falado, sem consequências, como em um sonho.

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