6.7.09

Apesar das ruínas e da morte
Onde sempre acabou cada ilusão
A força dos meus sonhos é tão forte
Que de tudo renasce a exaltação
E nunca as minhas mãos estão vazias


Poema "E depois de uma tarde"
Sophia de Mello Breyner

2 comentários:

Anônimo disse...

hoje suspirei de saudade, que droga né?

A. disse...

é...